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quinta-feira, 21 de maio de 2009

Forrest Gump in one minute

Em função do segundo exercício proposto, fui passear pelo Youtube. Eu sei, quem frequenta o Youtube sabe que aquilo não tem fim. Mas eu particularmente me impressiono toda vez que entro para fazer uma busca. Entro para procurar uma coisa e acho mil oitocentas e noventa e quatro que nem sabia que estava procurando. Em termos internéticos, depois do Google, é o que mais me impressiona pela imensidão.
Mas não é sobre o Youtube que eu quero falar (percebam que citei três vezes Youtube... quatro... estou tentando conseguir patrocínio).
O filme que escolhi no exercício foi Forrest Gump, e entrei no Youtube (cinco) para ver se conseguia um video de uma cena perto do fim, na qual Jenny e ele estão no apartamento dela e o filho dela (e dele) chega . A propósito, o filho é o garoto do Sexto Sentido. Pensando agora, ele via tanta gente morta provavelmente porque a Jenny fumou, injetou e cheirou tudo o que pôde. Só pode ser sequela.
Mas também não era isso que eu ia falar. Na cena que eu citei, ela conta a ele que o filho é dele. O modo como a cena se desenrola é para mim a condensação do que é o filme. Uma mistura de sensações e uma beleza simples que encanta, faz rir e emociona.
Mas também não era bem isso que eu ia dizer. Na verdade, na verdade, eu não queria dizer nada, mas mostrar o que achei. Nessa busca encontrei uma encenação de 1 minuto onde, ao longo de um campo, uma turma conta toda a história do filme. Achei ótima a ideia, o resumo muito bem feito e a execução de extrema criatividade.
Infelizmente não tem legendas, mas acho que é interessante para quem viu o filme.

"Life is like a box of chocolates, you never know what you're gonna get."



Vídeo retirado em razão da determinação do Ecad de cobrar para reprodução de vídeos do Youtube.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Evil eyes

Estava vendo os vídeos que tenho em meus e-mails (o link para este recebi da Cindy) e esbarrei em um que traz possivelmente um futuro nome dos filmes de ação de Hollywood.
The Rock já fez esse exercício do olhar em "Be Cool" com o John Travolta, no qual Rock tenta ser ator. Contudo, o poder de convencimento deste menino é muito maior do que o do primeiro ator citado.
O garoto se diverte tanto com a canastrice que solta uma gargalhada ótima.
Com vocês, "The Little Rock"!!!


Vídeo retirado em razão da determinação do Ecad de cobrar para reprodução de vídeos do Youtube.

domingo, 5 de abril de 2009

Monstros vs Alienígenas

Este fim de semana vivi minha primeira experiência em 3-D. Aos maldosos, essa informação não tem qualquer conotação sexual, mas sim, foi muito bom pra mim também.
Fomos ver Monstros vc Alienígenas na tentativa de buscar uma resposta para as questões relativas à essência do ser humano e sua eterna batalha em busca da expurgação de seus medos visando o contato com um “eu” exteriorizado e desconhecido.
Mentira! Eu queria ver os bichinhos da animação bem de perto e usar aqueles óculos bacanas.
Assim como Seu Crêisson, eu “arrecomêndio” a todos. Não vou falar do filme para não estragar a experiência de ninguém, mas posso garantir que você vai rir com o filme, das crianças que estiverem perto de você na seção e de si mesmo (quando se perceber cheio de vontade para esticar a mão e pegar alguma coisa da tela e não fazer isso porque você é adulto, e qualquer adulto sabe que não dá para pegar nada da tela).
Portanto, dispa-se dos preconceitos, vista-se com sua roupa de 8 anos (aos distraídos, não precisar levar essa parte ao pé da letra!) e divirta-se durante 1h:40m com seus coleguinhas.
Como diria meu tio, além de usar Valisère, que é um sutiã que não machuca, você deve tomar algumas precauções:
- Não coma muito antes da sessão (experiência própria, a comida parece que quer ver o filme também);
- Sente nas poltronas centrais (também experiência própria, aquelas luzes laterais do chão, por serem um ponto fixo na lateral do olho, tiram um pouco a perspectiva da 3-D.
- Não saia correndo para ir ao banheiro quando o filme acabar, porque quando tirar os óculos você sentirá uma certa tontura e correrá o risco de pagar um micão e descer alguns degraus no cinema como bêbado em fim de festa.

Obs. Aos engraçadinhos, não, esta última dica não foi experiência própria!

sábado, 28 de março de 2009

Quem quer ser um milionário

Assisti semana passada (sim depois de muita gente) “Quem quer ser um milionário”... EU!
Havia lido os comentários na época do Oscar, vi a festa e fiquei tocado com o prêmio, aquelas crianças maravilhadas no palco recebendo a estatueta. Escutei comentários de pessoas que haviam visto o filme e recomendavam entusiasmadas.
Enfim, finalmente eu e Tati fomos assistir ao filme (Hollywood e a Índia me perdoem, era pirata baixado da Internet).
Confesso que não me empolguei. Imagine um avião que entra na pista, se posiciona, acelera, acelera mais, ganha boa velocidade, empina o bico e refuga e não decola? Pois é, o filme me deu essa sensação.
Aos inflamados ressalto, sim, é uma bonita história de amor e vale pelo entretenimento. Mas para Oscar?! De filme estrangeiro, talvez, mas só.
Alguém pode iniciar uma discussão: “Mas o filme é bom, retrata uma Índia não-Globolizada, a história é de certa forma bem original, etc!”
Concordo com tudo isso, mas continuo achando que é pouco para Oscar (pelo menos para o meu Oscar — "And the RodrigOscar goes to..."). Direção... talvez, Roteiro adaptado... sim, mas Melhor Filme... “Nooooot” — como diria Borat.
Enfim, não desgostei do filme, achei que sobrou açafrão na fotografia, mas faltou farinha de trigo pra ligar um bom roteiro a um bom filme. Entre ele e o do Benjamin Button, sou muito mais o segundo pela criatividade e densidade da discussão.
Vou destacar o que gostei no filme.
A história como foi contada. Adorei o modo como foi feita a edição recortada, que apesar de segmentada não prejudicou a fluência da história. Achei a Latika pequena extremamente expressiva, apesar de quase não ter falar. A Latika moça tem uma beleza indiana estereotipada, mas pelo menos não tem os olhos de Mantena (saudade do He-Man) da Juliana Paes.
A melhor atuação, para mim, fica por conta do Salim (irmão mais velho do protagonista) criança. O moleque provavelmente não atuou (porque a cara de filho da puta dele dizia tudo), mas foi convincente. Como diria minha esposa “Ele tem a cara preparada!”
Quanto a Jamal... bem Jamal... como é mesmo o nome daquele tom, sem vida, sem sangue, sem cor... Pastel!!! Pois é, Jamal é um pastel.
Mas cá entre nós, quem de nós já não foi pastel. Se não foi, está sendo ou certamente será.


Obs. Ainda estou me adaptando a isto, então perdoem a frequência.