quarta-feira, 2 de março de 2011

FELIZ, aniversário

É isso aí, mais um ano de vida. Completei 34 às 9:25h do dia de hoje. Isso mesmo, 34 com corpinho de 33 e cabeça de 32.

O que não quer dizer muita coisa, porque com os amigos às vezes tenho 12, com cafuné da esposa fico com 5 e em certos fins de semana me sinto com 76.

Mas isso não vem ao caso.

O importante é receber a boa energia das mensagens e telefonemas (quando o sinal do celular permite) e perceber que minhas resoluções de ano novo estão começando a se realizar (vide post janeiro). Se eu mantiver o pique, até o fim do ano consigo 6 das 7.

O maior dos presentes eu já recebi (e não estou falando do PS3), e poder passar esse aniversário juntinho com minhas jóias é a maior de todas as alegrias.

Obrigado a todos pelos votos, pelos desejos e pela torcida.

Um beijo

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Dois corações

"Bate o seu coração
Acelera a minha vida
Chega, muda, mobiliza
Uma antiga nova relação


Amo-te sem conhecer-te
Já que habitas em minha melhor parte
A mais bela, mais forte e mais completa
Iluminada deusa da tulipa rubra


Que será de mim agora
Saúde e sabedoria é o que peço nessa hora
Se tinha um que já não cabia em mim
Que farei com dois batendo forte assim?


De Pandora furtaste a emoção
De Aquino emprestaste a razão
Pois não haverá rima que te espelhe
Nem métrica que te regule"
 

sábado, 29 de janeiro de 2011

Pra você

E agora na rádio ZYWRXPTO do seu dial, 103,5, a rádio que toca, o ouvinte Rodrigo, de Campo Grande-MS dedica esta música à sua amada nesta madrugada quente e solitária...


Vídeo retirado em razão da determinação do Ecad de cobrar para reprodução de vídeos do Youtube.




sábado, 8 de janeiro de 2011

Nova série "Fotos que tirei sem querer"

No intuito de estar mais presente, escolhi diversificar um pouco os posts.
Segue o primeiro de uma série que promete ser interessante.


Mão esquerda no volante, direita com a máquina, olho na estrada e um clique. 


Ainda bem que tenho testemunha.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Resoluções de ano novo

Quando você parou para pensar que um novo ano iria começar, qual foi a maior ou mais importante “decisão” que você tomou?

[longa pausa para reflexão e busca nos arquivos internos daqueles com o HD já saturado]

Se quiser partilhar fique à vontade, se não desejar expor-se, pode guardar apenas para você. Mas já adianto que você poderia pensar em uma nova resolução “ser menor egoísta”.

Pois bem, está com sua resolução em mente? Tem certeza que esta é a maior para 2011? Quer trocar? Tem certeza? Olha, vou perguntar pela última vez... Não?

Ok!

Então, uma vez escolhida sua resolução, vou ser franco e direto com você: Du-vi-do!

Isso mesmo, duvido que você consiga. Pronto, falei.

Quer que eu explique? Então tá.

Vamos usar alguns exemplos.

Digamos que sua meta seja praticar uma atividade física com regularidade, para melhorar sua saúde e bem estar, perder peso, etc.

Pergunta: Nos últimos 12 meses você fez alguma atividade física regular por mais de seis meses consecutivos? Nos últimos 15 dias você comprou um par de tênis adequado à atividade física que vocês pretende fazer em 2011?

Se a resposta foi não para as duas perguntas, desculpe, essa resolução está furada.

Digamos que sua resolução seja, então, perder 10kg ao longo do ano, pois você quer melhorar a silhueta, sentir-se melhor com seu corpo, cuidar da sua saúde, etc.

Pergunta: Nos últimos 12 meses você perdeu 10kg? Nos últimos 15 dias você perdeu 2kg? Na ceia de Natal ou da virada do ano você se posicionou estrategicamente ao lado da salada para se certificar de que pelo menos quatro das seis folhas de alface que estavam na mesa seriam suas?

Se a resposta para essas perguntas foi não, sinto muito, esta resolução também está furada.

Digamos que sua resolução seja, por exemplo, parar de fumar, porque você sabe que aquilo te faz mal, quer melhorar a saúde, prolongar a vida com qualidade, etc.

Pergunta: Nos últimos 12 meses vocês deixou de fumar por mais de cinco meses consecutivos? Na última semana você se livrou de todos os maços de cigarro que tem em casa e/ou no trabalho e parou de comprar outros maços?

Se as respostas para essas perguntas foi não, sorry, mas esta aqui também está furada.

Deixe-me ver se estou sendo claro, não é porque o ano virou e resultou no perfeito alinhamento entre Júpiter, Mercúrio e Urano que o espírito da atividade física regular baixará no seu corpo e fará com que você saia correndo feito louco como um Forrest Gump à base de crack; ou que você se vicie em rúcula, ervilha e queijo branco; e nem que você passe a odiar a autodefumação constante. Todas essas resoluções poderiam ter sido estipuladas na virada de setembro para outubro, ou entre o dia 17 e 18 de um mês qualquer. Se não foram, não será porque um número do ano do calendário mudou que tudo acontecerá num passe de mágica.

Mas não me entenda mal, quero justamente contestar essas resoluções de uma forma positiva e mostrar que o que as torna possíveis não é a sua data de início, mas sim o momento de sua materialização – o primeiro passo real e objetivo para a meta que se deseja alcançar.

Então para incentivar a participação, informo que para 2011 eu já decidi: vou viajar para a Europa, vou escrever um conto, vou ter uma atividade física regular, vou traduzir e publicar minha dissertação, vou fazer um filho, vou perder 7kg, vou tocar violão e vou manter o blog atualizado.

Pensando bem...

DU-VI-DO


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

2010

Não posso deixar o ano acabar sem me despedir dele. Devo isso a 2009, porque peguei pesado com ele.

Mas antes disso preciso pedir desculpas a todos os 3 fãs que acompanham este blog. Os últimos meses de silêncio não significam descaso, apenas um período de readaptação às mudanças ocorridas. De agora em diante pretendo retomar a regularidade dos posts.

Então começo a me despedir de uma forma simples, porém sincera: Obrigado 2010!

Você foi, desde o início, muito generoso comigo e com a minha esposa (tudo bem que para ela a sua generosidade resultou em dias com mais de 24 horas muitas vezes). E olhando para trás vejo que realmente começamos bem com aquela viagem para a Bahia (ver post antigo). O despertar do espírito aventureiro, o renovar dos votos e a certeza da cumplicidade (mesmo quando a viagem parece que vai ser um episódio de “Cilada”).

O estreitamento do laço afetivo de amizade com amigos no trabalho também foi muito enriquecedor, sobretudo para quem tem muitos colegas e poucos amigos. E acho que pude marcá-los de alguma maneira, porque quando saí do Rio recebi um presente que vou guardar na estante e no coração o resto da vida.

Os desafios no trabalho foram muitos, como sempre. Mas este ano saí da minha zona de conforto para poder me aventurar e aprender um pouco mais sobre esse mundo encantado das publicações. Aprendi muito no pouco tempo em que exerci a função, mas infelizmente por um lado, e felizmente por outro, não pude dar continuidade ao trabalho porque você, 2010, me reservou uma surpresa inimaginável.

Nunca há concurso para quem fez Letras, a não ser que seja para lecionar. Eu nunca tinha feito concurso. Eis aí uma equação que tinha tudo para dar errado. Não apenas fiquei sabendo através de uma amiga, como fiz e passei. E após algum tempo de apreensão, doses de acaso e um punhado de inteligência emocional, 2010 me presenteou com a possibilidade de concretizar um sonho meu e da minha esposa de mais de sete anos e que estávamos quase certos de que não realizaríamos mais – ir para uma cidade menor, com mais qualidade de vida, estar mais próximo da família e poder trabalhar naquilo para que estávamos nos preparando. É bem verdade que o sonho não está completo, temos alguns passos a dar e obstáculos a enfrentar. Mas estamos bem encaminhados.

E 2010 foi tão generoso que já de saída nos presenteou com o Kinho, que chegou para abençoar a casa da minha cunhada e do marido e, consequentemente, a dos padrinhos também.

Não posso esquecer (é tipo, não esqueceria) de mencionar o último jogo do tricampeonato brasileiro. Neste, senti-me dentro de uma das crônicas de Nelson Rodrigues, ou até do Veríssimo, se quiser acrescentar um pouco de humor. O jogo começou eu estava no ar; desci em São Paulo no fim do primeiro tempo; acompanhe os melhores momentos na televisão de uma cafeteria cercado de “manos” e “minas”; assisti até o gol do Emerson, comemorei e corri para embarcar; ouvi os últimos minutos por uma rádio paulista com um fone de ouvido escondido por dentro da blusa e olhando para a janela para não tomar esporro da aeromoça; e vibrei sozinho no apito final com um soco na perna e um urro contido durante a decolagem. Os tricolores que me lêem sabem, quando percebi que seria muito difícil conseguir, senti que o título estava mais perto.

E para fechar o ano com chave de ouro, cá estou, escrevendo de Bonito, após quatro dias de grutas, cachoeiras, rios, botes, peixes e degustações que variaram de capivara, javali, tartaruga, coxa de jacaré, pastel de pacu, até um X-jacaré. Uma viagem maravilhosa, para celebrar um ano maravilhoso, que terminará com Natal e Ano Novo em família.

É por esses motivos, e muitos outros, que repito: Obrigado 2010!



Que venha 2011!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

É só futebol

Qual foi a novidade? Vai dizer que alguém realmente acreditava logo após a convocação que a seleção ia faturar o hexa?


Todo mundo sabia que mais dia menos dia seríamos eliminados, fosse na primeira fase, nas oitavas, nas quartas, nas semi ou na final (nesta com muito boa vontade).


Recapitulando:


- O Dunga nunca foi técnico; o Felipe Melo não é jogador para a seleção; o Robinho não é meia; o Michel Bastos não é lateral, é ala; o Gilberto foi lateral; o Maicon e o Daniel Alves não são laterais, são alas; o Júlio Batista não é meia, não é atacante, não é volante... pra falar a verdade eu nem sei o que ele é.


- Kaká, cérebro do time e voltando de lesão, não tinha um substituto direto ou com características semelhantes, ou seja, se fosse expulso (como foi) ou caso se machucasse de novo, não conseguiríamos manter a mesma composição tática.


- O time só sabia jogar pela direita, uma vez marcada, não tínhamos outra opção.


- Não tínhamos no banco opções para mudar a cara de um jogo. Nosso banco ela limitado e cheio de muito do mesmo.


Enfim, essas são apenas algumas das razões pelas quais não iríamos ganhar este mundial.


Isso não quer dizer que o Dunga tenha feito um trabalho ruim. Não, o trabalho foi bom. Bom para ganhar uma Copa América, bom para ganhar uma Copa das Confederações, bom para ficar em primeiro nas eliminatórias sul-americanas; mas não foi um trabalho bom para se vencer uma Copa do Mundo. Para tentar vencer uma Copa do Mundo você precisa ter à sua disposição os melhores jogadores e, com eles, montar um time. Dunga formou um time, mas não com os melhores jogadores. Mas lembremos que validamos a sua escolha quando condenamos a seleção de 2006 e elegemos os culpados.


Mas o que realmente queria falar não era nada disso. Queria lembrar que não há razão para essa fossa durar mais de 24 horas. Acho que em determinados momentos canalizamos nossas emoções mais superficiais e mais profundas para coisas muito simples que adquirem uma proporção que não deveriam ter. E o futebol, a cada dia que passa, caracteriza-se como um receptor direto para essa canalização.


Percebam, o futebol é um esporte, assim como o vôlei, o xadrez e o ciclismo – não estou discutindo popularidade. Como qualquer outro esporte, ele é praticado por seres humanos passíveis de erro, certo? Logo, não há como exigir perfeição. Todo mundo acompanhando? Ótimo. Então, nada mais normal que atletas errarem, e desses erros surgirem possíveis derrotas. Portanto, qual a lógica em se crucificar um atleta pelo erro? Nenhuma, porque ele, o erro, cedo ou tarde acontece. Qual a necessidade de se procurar um “culpado” pelo “fracasso”? Lembremos que, por essência, o esporte nos ensina, desde pequenos, a vencer e a perder; nos ensina que ganhar e perder são duas faces de uma mesma moeda, e que essa moeda ajuda a construir nosso caráter, independentemente dos resultados que obtivemos no jogo ou na vida.


Continuemos torcendo pelos nossos times e pela seleção, mas lembremos que no apito final o que se encerra é apenas uma partida de futebol, nada mais.


Enfim, em se tratando de seleção, precisamos aprender a perder, ou corremos o risco de estragar uma das poucas coisas em que ainda somos os melhores do mundo.


Afinal, 2014 já é amanhã.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Declaração de União Estável

Após sete anos juntos resolvemos fazer uma Declaração de União Estável. A decisão tem vários motivos para ter sido feita e não substitui o casamento que um dia irá acontecer.


Mas o que quero destacar aqui é o fato de que para fazer isso eu precisei deixar uma módica quantia de 350 reais na mão da simpática senhora que me atendeu, o que me deixou bastante confuso. Vou tentar explicar:


Eu paguei para que ela garantisse ser verdade algo que ela precisa que eu confirme ser verdade. Sim, porque se eu não disser, ela não sabe que é verdade. Então, tecnicamente, estou pagando para que a minha verdade seja impressa pelo computador dela, após ser confirmada por mim. Se ela está lá para garantir legalmente que aquilo é verdade e, para isso, ela precisa da minha confirmação, por que ela recebe e eu pago? Cada um fez, digamos, metade do trabalho. Se ela tem o poder e eu a informação, acho que seria mais justo recebermos (eu e a senhora do cartório), de toda e qualquer instituição que queira saber se meu relacionamento é verdade, o valor e dividirmos 50% para cada um. Sim, porque eu não preciso sair confirmando meu relacionamento que nem um louco pelo meio da rua. Os amigos, as pessoas próximas e a família sabem. Se alguém, pessoa ou instituição, quiser saber e exigir que eu confirme legalmente, que pague por isso.


Uma outra opção, na pior das hipóteses, seria eu ter 50% de desconto na hora de pagar, dado que contribuí com metade do trabalho.


Fica a dica.

domingo, 11 de abril de 2010

Nova Campanha

GOVERNOS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL ADVERTEM:

SE CHOVER, NÃO DIRIJA!


Prefeitura do Rio - Trabalhando para você desde 1966.

(Estação Leopoldina, 1966)

sábado, 3 de abril de 2010

Capitalização


Há três anos fiz dois títulos de capitalização, um no meu nome e ou no nome da Tatiana. Ambos chegaram ao fim no início de março. Um foi depositado direto na conta e o outro não. Estranhei e entrei em contato com o Real, que me encaminhou para o setor de “Capitalização”.

Fui informado que Tatiana teria de ir até a boca do caixa para retirar o valor, pois o título estava no nome dela. Detalhe, a conta é conjunta (aqui faço uma pausa para introduzir e apresentar pela primeira vez um conceito que irá repetir-se ao longo deste breve relato, o famoso Foda-se!). Então, sem mais delongas, foda-se que a conta é conjunta, afinal de contas faz todo o sentido você poder contratar, debitar na conta, mas não pode receber na mesma.

Uma semana depois, Tatiana dirigiu-se a uma agência em um shopping. Quando chegou ao caixa foi informada de que não havia nenhum valor associado nem ao nome dela nem ao CPF. Entramos em contato com o setor de capitalização e fomos informados que havia um prazo para a retirada do valor e que se o mesmo não fosse retirado neste prazo e retornaria para o setor de capitalização e precisaria ser solicitado novamente. Detalhe, estava sendo informado disso pela primeira vez. Perguntei o prazo e escutei 10 dias úteis. Cálculo rápido e ainda estávamos entro do prazo. Então, foda-se o prazo dado, o que vale mesmo é o banco querer que esteja lá ou não. Tatiana foi, então instruída a aguardar cinco dias e entrar em contato com o SAC para solicitar que o dinheiro fosse novamente disponibilizado para ela retirar. Recapitulando, ela saiu mais cedo do laboratório, deslocou-se até uma agência do banco para tirar um dinheiro que é dela, que burocraticamente não foi depositado na conta corrente e sim disponibilizado no caixa, entro de um prazo que eles mesmos estipularam, o dinheiro não mais estava lá, ninguém resolveu nada e ela é quem teria e ligar para o SAC e pedir que o enviassem novamente. Foda-se o seu trabalho, foda-se o seu tempo, foda-se a sua rotina, foda-se tudo e qualquer coisa!

Liguei para a Ouvidoria para fazer a reclamação e pedir uma satisfação sobre o que estava acontecendo. Após o relato, fui informado que em um prazo de cinco dias úteis eu receberia um retorno sobre o que estava acontecendo e o que precisaria ser feito dali pra frente... ou seja, ganhei um foda-se também da Ouvidoria!

Os dias se passam e Tatiana recebe um e-mail do banco informando que ela teria um novo prazo para comparecer a qualquer agência para retirar o dinheiro. Já calejada, ela foi no dia seguinte novamente até a mesma agência. Ao ser atendida, foi informada novamente que nenhum valor havia sido disponibilizado nem para seu nome nem para o CPF. Outro foda-se!

Ela me ligou e eu fui até uma agência do mesmo banco no Centro para tentar uma solução. Para a minha sorte, a gerente que me atendeu, a Margaridângela (os nomes serão trocados para evitar retaliações, mas quem descobrir os dois ganha uma paçoca), conhecia o Caetanoson, gerente da agência do shopping. Ela, então, puxou o telefone e os dois velhos amigos começaram a conversar. Explica de lá, explica de cá, ambos viam no sistema o dinheiro disponibilizado, mas por alguma razão “sistêmica” não estavam conseguindo efetuar o pagamento no caixa. Olha o foda-se aí gente!!!

Enquanto isso Tatiana comigo no celular, em tempo Real (com o perdão do trocadilho), narrava que Caetanoson entrava em uma sala, saía de outra, ia no computador, fazia polichinelo, pulava num pé só, etc. Margaridângela e Caetanoson desligaram; nós também.

À noite, em casa, Tatiana contou que teve de ouvir do gerente:

- Se a senhora quiser, deixe uma autorização que eu retiro o valor quando ficar disponível e me comprometo a entregá-lo assim que retirar. (Cá entre nós agora o foda-se vai pra ele!)

Após observar a cara de Miss Limão da minha irritadiça “senhoura” o dito emendou de prima!

- Ou a senhora aguarda cinco dias e entra em contato com o SAC novamente para tentar ver o que está acontecendo. (Mais um foda-se para encerrar a participação de Caetanoson.)

Contei a ela, também, o que ouvi de Margaridângela:

- Meu amor, o Caetanoson trabalhou com capitalização, inclusive ganhou prêmio. O problema não está entre o monitor e a cadeira. O que você tem que entender é que a capitalização é controlada por uma empresa em São Paulo, eles é que têm de liberar esse valor. Se você não retira no prazo, o dinheiro volta pra lá e tem todo um trâmite, enfim. Eu estou visualizando que o valor está disponível, o gerente lá da outra agência também, só que ele não está conseguindo que isso seja feito no caixa. (permitam-me colocar em caixa alta: FODA-SE!)

Resumindo, a Capitalização funciona, o Banco também, o sistêma é ótimo e permite a visualização do dinheiro, Caetanoson é competente e inteligente, Margaridângela é bem relacionada e gentil, está tudo na mais perfeita ordem. O único detalhe é que eu não consigo pegar a porra do meu dinheiro!

Nesse momento de aquisição do Real pelo Santander, me peguei querendo parabenizar o pessoal do Real por ter conseguido passar pra frente a trolha. Só fico com pena de quem assinou o cheque lá no Santander... está prestes a ver a merda que fez!

Enfim, para finalizar, ainda estamos sem o dinheiro, aguardando um retorno do banco, do SAC, do Dunga, de Cristo, de qualquer um. Mas continuamos com fé, afinal de contas, mesmo não tendo sido sorteados ao longo do período da capitalização, a gente tem esperança de dar a “sorte” de ter de volta um dinheiro que já é nosso.